O salutaris Hostia
que do céus abris a porta:
guerras oprimem hostis;
dai-nos força, trazei auxílio. — 2. Que nos alimentais com vossa carne,
a vós o louvor, ó bom Pastor,
com o Pai e com o Espírito,
pelos séculos sem fim. — 3. Amém.
quae caeli pandis óstium:
bella premunt hostília;
da robur, fer auxílium. — 2. Qui carne nos pascis tua,
sit laus tibi, Pastor bone,
cum Patre cumque Spíritu,
in sempitérna sáecula. — 3. Ámen.
ἀνοίγουσα τὸν οὐρανὸν:
ἐχθρῶν ἐπάγει στρατιά·
δὸς ῥώμην, καὶ βοήθησιν. — β'. Βόσκεις ὃς ἡμᾶς σαρκί σου,
σοὶ, λῷστε Ποιμὴν, ᾖ κλέος,
σὺν Πατρὶ σύν τε Πνεύματι,
αἰῶνας εἰς διηνεκεῖς. — γ'. Ἀμήν.
Sobre esta oração
O 'O Salutaris Hostia' é a primeira parte do hino eucarístico 'Verbum Supernum Prodiens', composto por São Tomás de Aquino no século XIII a pedido do Papa Urbano IV para a nova festa do Corpus Christi, instituída em 1264. O 'Doutor Angélico', maior teólogo da Escolástica, verteu em versos a mais profunda teologia sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, tornando acessível ao povo crente o mistério inefável do altar. A letra proclama Jesus como 'Hóstia salvadora' que abre as portas do céu e implora sua proteção contra os inimigos da alma. Cantado ou recitado antes da Bênção do Santíssimo, este hino introduz o fiel na adoração silenciosa e amorosa do Deus feito alimento.
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